Como a gamificação pode mudar a maneira em que interagimos
Catherine Aurelio é diretora de arte e especialista em gamification com foco em UX para aplicações online.
Como ganhar fãs engajados usando Facebook ads
Uma interessante estratégia ao anunciar no Facebook é conseguir estabelecer uma relação com um cliente, sem pressa de que aquela peça seja necessariamente revertida em uma venda. O primeiro passo para conseguir fãs engajados é entender que seus anúncios devem direcionar o usuário para a sua fan page. Neste post, falaremos sobre o tipo de anúncio destacado na imagem:
O preço pago por este tipo de campanha vale pela alta probabilidade de o usuário se tornar fã da sua marca já na disposição do anúncio. Se a pessoa clicar em qualquer outro lugar que não seja o botão de “curtir”, será direcionada para o mural da fan page ou outra aba definida pelo administrador. Outras ações podem ser criadas, como confirmar presença em um evento ou comentar, curtir e compartilhar um post da sua fan page, mas falaremos sobre isso em outro post sobre Sponsored Stories.
Este tipo de anúncio lhe dá a garantia de retorno em fãs engajados, pois ao curtir sua página pelo anúncio, o usuário mostra que é ativo no Facebook e em seu nicho de mercado.
Ao criar o anúncio, o título padrão da peça será o nome da sua fan page, limitação que não ocorre quando o link é para uma página externa. Para driblar este problema, você criar um anúncio comum, mas definir a url da sua página como destino, podendo assim editar o título. Veja um exemplo:
Vamos supor que eu queria anunciar um livro que estou vendendo pelo site, mas as notícias sobre seu lançamento estão diariamente na minha página no Facebook. Note o destino escolhido foi uma url externa, abrindo a possibilidade de edição do título, porém é mantida a opção para curtir a fanpage. Neste caso, escolhi a “raiz”, que mostra o mural, mas poderia ter colocado o endereço de uma url especial para o livro ou para a url de algum e-commerce também hospedado lá dentro.
Certifique-se de ativar a opção “Mostrar histórias de pessoas interagindo com esta página e o meu anúncio”, é ali que o usuário verá que seus amigos já curtiram a página, argumento que servirá como chancela de qualidade.
7 conceitos básicos para criação de experiências em gamificação
Amy Jo Kim é autora e pesquisadora sobre comunidades online. Já criou plataformas baseadas em games para Electronic Arts/Maxis/Origin, Digital Chocolate, MTV/Harmonix, eBay, There.com, Yahoo!, e outros. Ela é PhD em Neurociência Comportamental na Universidade de Washington. Gamification é com ela!
Como Facebook ajudou a Secret a ter um ganho de 9% nas vendas
Algumas coisas não nasceram para ser mantidas em segredo. Sempre buscando se conectar com as consumidoras de uma maneira significante, a Secret resolveu trabalhar um problema para as adolescente: o bullying. Para isso, usou o Facebook para lançar a campanha “Mean Stinks”, melhor fórum para que elas compartilhassem suas histórias.
A marca disponibilizou o aplicativo “Good Graffiti” para que os usuários escrevessem coisas boas – ou pedidos de desculpas – para alguém em suas vidas. Entre outras iniciativas tendo a atriz Amber Riley (Glee) como garota-propaganda, camisetas com mensagens antibullying também estavam disponíveis para compra.
A Secret também engajou seus fãs oferecendo em seus desodorantes um cupon de doação de um dólar cuja renda foi revertida para um centro de prevenção ao bullying. Usando as conexões do Facebook, a Secret conseguiu encorajar seus fãs a espalharem a mensagem antibullying e mostrar que a marca vai além dos produtos de perfumaria.
O que é Gamificação?
O conceito mais comum pode resumir gamificação (ou gamification) como uso de mecânicas de games em outros contextos. Tais mecanismos podem facilitar a solução de problemas originalmente tidos como entediantes de uma forma mais prazerosa, com participação de usuários mais engajados e motivados.
Essas características podem ser usadas em sites, comércio, comunidades virtuais, educação, publicidade e até em ações governamentais.
O que a gamificação faz é satisfazer algumas das necessidades básicas humanas não alcançadas ao longo de tarefas cotidianas. Aos acrescentarmos elementos de jogos, suprimos nossa busca por feedback, reconhecimento, status, superações, expressão individual e de fazer parte de algo coletivo. Quanto mais claras forem as regras do jogo, mais o usuário terá sua capacidade desafiada. Assim, quanto mais conquistas, menor o nível de tédio e ansiedade.
Exemplos de gamificação estão presente nas nossas vidas há mais tempo do que imaginamos. Tome os programas de fidelidade companhias aéreas ou cartões de crédito como modelo: nada mais é do que um jogo em que o objetivo é acumular pontos para alcançar realizações, que podem ser recompensas em prêmios ou mudança de status em relação aos demais jogadores.
Se ações de marketing e publicidade estão aí para levar o consumidor até a sua marca, a gamificação surgiu para reter este público e fazer com que ele se identifique com o seu negócio. Você quer aumentar o tempo que o usuário passa dentro do seu site? Otimizar a navegações pelo seu conteúdo? Criar uma comunidade engajada? Os conceitos de gamificação podem ser uma solução… Nos próximos posts sobre gamificação, tentarei explorar um pouco mais esses conceitos e compartilhar soluções que ajudem o seu negócio. É um assunto tão novo quanto fascinante para mim. Espero que vocês aprendam junto comigo!
Por que anunciar no Facebook?
O Facebook é hoje uma das oportunidades mais certeiras para anunciantes, pois retém dados importantes dos seus usuários, como idade, sexo, localização, contatos e, principalmente, interesses, sendo possível direcionar os anúncios para públicos específicos. Claro, você pode anunciar no Google, Linkedin ou YouTube, mas o Facebook é a mídia mais eficiente para veicular suas campanhas.
Você já deve ter visto aqueles anúncios que aparecem do lado direito de algumas páginas do Facebook e como eles se encaixam ao seu perfil, interesses e região. Note que no exemplo anterior, o primeiro anúncio mostra um produto relacionado com mídias sociais, provavelmente por entender que eu me interesso pelo assunto, sendo um cliente em potencial.
A cobrança pelos anúncios é feita por clique (CPC) ou por milhar de pessoas que estão porpensas a ver a peça (CPM). O custo vai depender do quanto outros anunciantes estão dispostas a pagar pelo mesmo público-alvo, palavras-chave ou grupos de interesses.
No começo, uma das principais barreiras para os anúncios filtrados por interesses era justamente a falta desta informação. Isso acontecido pelo fato de algumas pessoas simplesmente não definirem todos os campos de interesses em seus perfis. Atualmente, este problema já pode ser contornado, pois ao citar um determinado termo ao assunto diversas vezes, o sistema já o “entende” como um interesse, não havendo a necessidade de os “likes” constarem em suas informações pessoais.
Para entender a mecânica, dê uma olhada nos campos de interesses do seu próprio perfil:
No painel de criação das campanhas, cada critério pode ser definido separadamente para que você atinja com maior precisão o publico esperado:
Com os Facebook ads, é possível anunciar “para dentro” do Facebook, direcionado o usuário para fanpages, aplicativos, abas, eventos ou posts específicos da sua fanpage, sendo esta ultima pratica chamada Sponsored Stories.
Com um CPM mais alto, também é possível veicular anúncios que direcionem para páginas externas. Apesar de ter um desempenho inferior, pode ser a melhor opção para casos específicos, como vendas por exemplo.
Para se familiarizar com o painel, acesse: http://www.facebook.com/ads/create.
Este será o primeiro de uma série de posts sobre como criar boas campanhas de anúncios no Facebook. Até a próxima!
Gamificação na publicidade
Brian Wong é o CEO e fundador do kiip, uma rede de recompençãs mobile para marcas. Recentemente, a Kiip foi listada pela Forbes como uma das “4 companhias de publicidade online para ficar de olho”.
Pinterest para negócios – Parte 8
Marcas que sabem usar o Pinterest
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Pinterest para negócios – Parte 1: O que é o Pinterest?
Pinterest para negócios – Parte 2: Como o Pinterest pode ser bom para meu negócio? Como eles ganham dinheiro?
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Pinterest para negócios – Parte 7

Guia de boas práticas
Neste penúltimo post da série, vou listar algumas dicas que podem melhorar o seu rendimento no Pinterest. Algumas podem ser colocadas em prática imediatamente, outras dependem de análises de desempenho. O interessante aqui é entender como elas podem se adaptar ao seu negócio.
1) Abuse das ferramentas da página de “Goodies” do Pinterest. Lá você vai encontrar tutoriais de como colocar um “Pin it button” no seu site, atalhos para seu navegador e imagens padronizadas para usar em campanhas. De todas, o “Pin it button” é o fundamental. É com ele que você incentivará o usuários a compartilhar o seu conteúdo.
2) Seja a referência no assunto que você domina: isso acaba servindo para qualquer mídia, mas se você entende de algo, você precisa ser a referência, ser aquele que as pessoas procuram quando querem saber sobre este assunto. Como o Pinterest ainda é uma rede social relativamente nova no Brasil, ainda dá tempo de ser a referência no seu nicho de mercado.
3) Use hashtags: se você usa o Twitter, já deve entender o uso das hashtags. Elas ajudam a tornar o seu conteúdo mais amigável para buscas, pois agrupa posts dos mesmo tema em um termo único que os representa. Antes de usar uma hashtag, verifique qual termo está sendo mais usado. Há grandes chances de ele ser o mais buscado também.
4) Monitore a sua audiência: de nada adiantará o seu esforço para gerar bons resultados no Pinterest se ele for apenas empírico. Analise se o Pinterest tem gerado tráfego para o seu site. Se sim, quais são as imagens que mais renderam? Sabendo isso, você poderá repetir a fórmula para continuar acertando. Pensando nisso, adicione links na descrição dos seus pins… Faça o Pinterest trabalhar para você! Veja meu exemplo: uma semana depois que comecei a promover meus posts por lá, o Pinterest já passou a figurar como sétima fonte de tráfego para meu site.
5) Crie um pinboard de vídeos: sabe aquela palestra que você deu no congresso da sua indústria? Pega muito bem ter um este tipo de conteúdo registrado e publicado. Você pode colocar no mesmo painel alguns estudos de caso, filmes publicitários e discursos sobre sua marca. Há uma aba exclusiva para vídeos na homepage do Pinterest que pode ser vista como mais uma oportunidade de mostrar o seu trabalho.
6) Crie um pinboard com os “bastidores” da sua marca. Por exemplo: publique fotos do processo de produção de camisetas da sua loja. Ou um vídeo com o making of do filme publicitário do seu novo produto. Isso ajuda a “humaizar” a relação da marca com a sua audiência.
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Pinterest para negócios – Parte 1: O que é o Pinterest?
Pinterest para negócios – Parte 2: Como o Pinterest pode ser bom para meu negócio? Como eles ganham dinheiro?
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Pinterest para negócios – Parte 6
Conteúdo é rei e precisa ser visual
O objetivo aqui é criar o conteúdo atraente que gere tráfego para seu site e, consequentemente, novas vendas e oportunidades. No Pinterest, é preciso ser muito visual, fazer com que o seu melhor conteúdo seja visualmente destacado.
Se o seu nicho de negócios não é por natureza muito visual, siga algumas dicas:
1) Crie conteúdo que fale um pouco sobre a cultura da sua empresa. Você pode criar um board chamado “nossos talentos” com fotos e um breve texto sobre os profissionais que fazem o seu negócio funcionar. Em muitos nichos, sua melhor propaganda pode ser mostrar que a sua empresa é composta por experts no assunto.
2) Infográficos estão na moda e funcionam muito bem no Pinterest. Para qualquer assunto é possível criar um infográfico estático com pouco conhecimento de um editor de imagens. Tem bons dados sobre o mercado? Facilite a leitura em um infográfico. Não deixe que suas limitações em design sejam uma desculpa para não produzir. Uma simples tabela e gráficos feitos no Excel já são visualmente mais atrativos que textos burocráticos.
3) Pense em outras plataformas “feitas para o Pinterest”: se você ainda não usa,passe a usar boas imagens ilustrativas nos posts do seu blog corporativo. Leve ao Pinterest as imagens que melhor ilustrem e destaquem o que você escreveu.
4) Sua empresa publica manuais, estudos, livros, ebooks ou periódicos? Crie um board com as capas das suas publicações! Não esqueça de incluir as obras dos seus colaboradores. Além de enriquecer o seu conteúdo, reforça a ideia de que você está cercado de bons profissionais.
5) Não tenha medo dos repins. Use-os para mostrar que você está por dentro das tendências, é transparente e mostra a fontes das quais bebe.
6) Publique fotos enviadas por seus clientes. Se você, por exemplo, tem uma marca de camisetas, pode criar um painel com imagens dos seus consumidores vestindo os seus produtos. A marca Camiseteria levou este conceito já usado no site para o Pinterest. É uma boa forma de reforçar a marca e valorizar o cliente.
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